“ Uma vida bem vivida não é uma vida de uma autocriação fabulosa; é aceitar a tensão que constitui a nossa existência e viver tão plena e criativamente como podamos ”, escreve Carlo Strenger, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Tel-Aviv (Israel), “a essência da visão existencialista da vida humana é a de que a tragédia é intrínseca à própria estrutura da individualidade. [1] ” Porém, uma parte considerável da cidadania não quer aceitar a realidade da vida, prefere deixar-se iludir pelo fastuoso glamour projectado em outros, aqueles que manipulam as bases da sociedade em proveito próprio. Preferem deixar adormecer a consciência com lixo sentimental, moral e intelectual. Quando não enfrentamos perguntas temerárias sobre nós próprios olhamos para aqueles que são postos como exemplo, falseando a nossa perspectiva de vida, submissos a uma ilusão que nos intoxica...
Tratamos diversos temas filosóficos relacionados com a religião em geral